Crónica do Leitor – "E se Paul Levesque nunca tivesse ido para a WWF?" por Gabriel "Sydal" Santos

Esta semana temos o prazer de receber uma pessoa que se estreia não só neste espaço como em toda a CWO. De seu nome Gabriel “Sydal” Santos, deixa-nos a sua própria apresentação:

Antes de mais, deixem-me dar-vos os parabéns pelo fantástico trabalho que têm desenvolvido desde 2005.
Eu sou novo nestas “andanças” dos blogs e, como tal, nunca tinha pensado em escrever crónicas.
Esta é a minha primeira, em grande parte devido a uma inspiração que me veio depois de ler crónicas de vários elemento vossos.

Depois disto, segue-se a crónica que é o que mais importa.

E se Paul Levesque nunca tivesse ido para a WWF?

Há uns tempos, deu-me para divagar no que teria acontecido no mundo do wrestling profissional caso Paul Levesque, o homem vulgarmente conhecido como Triple H, nunca tivesse ingressado na WWF (actual WWE).
Sendo Triple H, desde o início do novo século, um top face da empresa gerida por Vincent McMahon, aproveitei esta mesma pergunta, supracitada, para pôr no papel (neste caso, em formato digital) alguns pensamentos acerca do impacto que esta hipótese teria causado no mundo do wrestling, caso nunca tivesse existido um “Triple H” na WWF.

Em primeira instância, se Paul Levesque nunca tivesse trocado a WCW (na qual teve uma curta estadia) pela WWF, provavelmente nunca teria havido “uma” Sable, visto que esta diva foi introduzida no meio como “assessora” de Hunter, e usada para lhe dar “apoio” nos combates frente a Marc Mero. Ou seja, em princípio, teríamos tido uma WWF sem HHH, Sable e Marc Mero. Sem Marc Mero no caminho, provavelmente Ron Simmons teria vencido o Intercontinental Championship no torneio que viu o primeiro a tornar-se campeão. Essa vitória pelo título, teria impelido Simmons para uma single career bem sucedida, o que teria significado a desnecessidade em criar uma Nation of Domination ou uns Acolytes para cimentar a sua personagem, Faarooq.
Sem a formação da Nation of Domination, provavelmente não haveria uma base onde The Rock pudesse assentar a sua ascensão. Em todo o caso, mais cedo ou mais tarde, iria tornar-se uma estrela preponderante. Mas, sem o confronto DX/Nation, tal feito sofreria um afrouxamento.

Se Paul Levesque tivesse permanecido na WCW, então a sua “guarda-costas” Joanie Laurer, a mulher que viemos a conhecer como Chyna, poderia ter que começar a sua carreira na WCW, com ele, e tornar-se alguém de significativo na federação. Teria sido a sua valete ou manager, e, provavelmente, teria defrontado Medusa ou Mona, o que teria permitido à WCW uma potente divisão feminina, encabeçada pelas três. Assim sendo, Jacqueline ter-se-ia inclinado a permanecer na WCW para competir na sua divisão. Isto teria significado que a WCW não teria tido necessidade em desmembrar as Nitro Girls, em ordem de estabelecer uma forte presença feminina na empresa. Com Chyna, Medusa, Mona e Jackie a competirem umas contra as outras regularmente, outras estrelas femininas tenderiam a juntar-se à WCW.

Se Paul Levesque tivesse permanecido na WCW, provavelmente teria havido oportunidade para um “artista anteriormente conhecido como” Aldo Montoya tornar-se em Justin Credible, dentro da WWF, em vez de ter que se aventurar pela ECW. HHH talvez tivesse visto uma oportunidade de se estabelecer na ECW, depois de verificar a estagnação da sua carreira na WCW, o que teria levado ao feud Paul Levesque/Shane Douglas pelo título da empresa “extrema”. Ele ter-se-ia tornado na maior estrela da ECW, o que o desembocado numa entrada na WWF, de qualquer das maneiras.

A presença de Triple H na WWF é igualmente responsável por ter feito de Stephanie McMahon uma estrela. Com a sua ausência da WWF, o noivado entre a filha do patrão e Test teria avançado, e Andrew Martin teria sido uma grande estrela na companhia. Isto significaria uma queda ainda mais funda de Prince Albert do escadote da WWF, porque ele teria perdido a oportunidade por uma gimmick credível, após a lesão de Darren Drozdov.

De facto, muito aconteceu desde que Paul Levesque de tornou Hunter Hearst Helmsley, e ele está no centro de todos esses acontecimentos.

E pronto, por esta semana é tudo. Apenas vos resta uma coisa: enviem os vossos textos para nós!! O e-mail é fácil (cronicadoleitor@gmail.com), escrever a crónica é que pode complicar mas não será um esforço assim tão grande. 😉

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